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A sustentabilidade social, a econômica e a ambiental são três pilares interligados e necessários para uma agricultura verdadeiramente sustentável.
Pense que agricultores que enfrentam a pobreza são muitas vezes forçados a explorar recursos naturais como a fertilidade do solo para sobreviver, mesmo que essas práticas possam significar a degradação ambiental e, consequentemente, prejudicar seus meios de subsistência a longo prazo.
Desse modo, somente criando políticas que integrem interesses sociais, ambientais e econômicos é que conseguimos criar condições para o agronegócio sustentável.
Grande aliada de práticas sustentáveis, a tecnologia está cada vez mais presente no campo, com soluções que têm transformado o agronegócio – e para melhor.
Na realidade, a agricultura brasileira já é exemplo em sustentabilidade para o mundo inteiro e foi, inclusive, destaque no Painel Accelerating a just rural transition to sustainable agriculture (Acelerando a transição rural para a agricultura sustentável, em tradução do inglês), na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-26), realizada em novembro de 2021.
De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), entre as novas técnicas empregadas no agricultura brasileira e exportadas para outros 75 países estão:
Se pretendemos garantir a segurança alimentar e a biodiversidade do planeta, práticas de agricultura sustentáveis são extremamente necessárias de modo que a sustentabilidade se apresenta como a alternativa para um futuro no qual as comunidades possam ser prósperas e abundantes.
Leia também: Agricultura orgânica o que é?
Assim, a sustentabilidade no agronegócio consiste na adoção de ações que unam o trabalho realizado à sustentabilidade, reduzindo os impactos dessa atividade no meio ambiente.
Partindo desse princípio, não fazem parte do agronegócio sustentável:
Além de buscar investir em tecnologias sustentáveis como as que mencionamos no início deste artigo, listamos abaixo também outras ações que podem ser incluídas para esse fim.
Apoie iniciativas sustentáveis no agronegócio. Você verá que o retorno vai muito além do financeiro, uma vez que trará impactos sociais, ambientais e econômicos que toda a comunidade poderá compartilhar.
A tecnologia tem sido uma aliada fundamental para promover a sustentabilidade no agronegócio brasileiro, permitindo que produtores aumentem a produtividade ao mesmo tempo em que reduzem os impactos ambientais. Soluções tecnológicas modernas, como o uso de drones, sensores de solo, sistemas de monitoramento por satélite e inteligência artificial, possibilitam um manejo mais preciso e eficiente das lavouras e pastagens.
No Brasil, o Sistema Plantio Direto (SPD) é um exemplo de inovação tecnológica que ajuda a preservar a fertilidade do solo, reduzindo a erosão e aumentando a retenção de água. Outro destaque é a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que combina diferentes culturas e cria um sistema produtivo sustentável e diversificado, ao mesmo tempo em que sequestra carbono e melhora a biodiversidade local.
Além disso, a fixação biológica de nitrogênio, que reduz a necessidade do uso de fertilizantes químicos, e o tratamento adequado dos dejetos animais, que minimiza a contaminação ambiental, mostram como a ciência aplicada pode transformar práticas tradicionais em soluções sustentáveis.
A adoção de tecnologias digitais e automação no campo também facilita a gestão dos recursos naturais, como a água e a energia, promovendo o uso consciente e eficiente desses insumos. Isso gera não só economia para os produtores, mas também contribui para a redução da emissão de gases de efeito estufa, alinhando o agronegócio brasileiro aos compromissos ambientais globais.
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