Como fazer um planejamento financeiro anual: confira 7 dicas!
Contratar previdência privada vem se tornando uma escolha comum a muitos brasileiros. Hoje, 13,5 milhões de investidores participam de algum plano de previdência complementar, sendo que o o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é o preferido, respondendo por 90,8% dos novos depósitos, conforme o levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida.
A previdência privada permite acumular recursos para o longo prazo, os quais podem ser convertidos em renda no futuro, garantindo a entrada na melhor idade com mais tranquilidade e estabilidade financeira.
Confira, neste post, cinco razões para contratar previdência privada, além de entender quais os tipos de planos, as taxas cobradas e como escolher uma instituição para confiar seu futuro. Boa leitura!
A previdência privada é um investimento de médio a longo prazo para garantir um futuro tranquilo para você e sua família. Ao contrário do que se imagina, não é destinado exclusivamente para quem está planejando a aposentadoria. É possível usá-lo para realizar grandes planos, como pagar a faculdade dos filhos ou ter independência financeira. Veja a seguir os motivos para contratar um plano.
Ao contratar um plano de previdência privada, você estará investindo com segurança. Os planos são fiscalizados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), que protege o consumidor, regula o mercado de seguradoras e resolve conflitos que possam resultar em risco para o investidor.
O teto do INSS, atualmente, está em R$ 6.101,06, mas a Reforma da Previdência deixou o trabalhador cada vez mais distante desse valor. Segundo o governo federal, seis em cada dez beneficiários do INSS recebem um salário-mínimo.

Sendo assim, contratar previdência privada é uma forma de complementar a aposentadoria do INSS, fazendo com que o investidor atinja a estabilidade financeira e tenha mais qualidade de vida na melhor idade.
Ao escolher o plano, o investidor decide como quer resgatá-lo: integralmente ou mensalmente, como se fosse um salário.
Mesmo contratando um plano de previdência complementar, não deixe de contribuir mensalmente para o INSS para ter acesso a salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio-acidente e demais benefícios.

São dois tipos de planos de previdência privada, PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL. O PGBL é vantajoso para o contribuinte que entrega o Imposto de Renda pelo formulário completo. Já o VGBL é indicado para quem declara IR de forma resumida ou não declara.
O PGBL permite abater da base de cálculo do IR até 12% da renda bruta anual tributável, como salário, aposentadoria, renda de aluguéis e lucro na venda de um bem.
Vamos a um exemplo: um contribuinte com renda mensal de R$ 5 mil que aplica R$ 500 em PGBL. Em vez de incidir sobre a renda total, o Imposto de Renda será calculado sobre R$ 4,5 mil, resultando em menos imposto a pagar para a Receita Federal.
No PGBL, o Imposto de Renda vai incidir sobre o montante total no momento do resgate ou no recebimento da renda, se essa for a opção.
A tributação do VGBL é aplicada somente sobre ganho de capital. Por exemplo: se o investidor aplicou R$ 500 e no final do ano estiver com R$ 600, será cobrado IR sobre R$ 100, que foi o rendimento obtido com a previdência privada.
Ao escolher um plano de previdência privada, o investidor precisa optar pela tabela regressiva ou progressiva.
Ao contratar pela tabela regressiva, significa que quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor será a incidência de Imposto de Renda. Dessa forma, é indicada para quem pretende deixar o dinheiro na previdência por muitos anos.
Veja como é a alíquota do IR na tabela regressiva:

A tributação pela tabela regressiva é também chamada de “definitiva”, ou seja, no momento do resgate ou do recebimento da renda o IR incidirá de acordo com a tabela anterior, não havendo restituição ou imposto a pagar na declaração de ajuste anual.
Na tabela progressiva, a alíquota do IR aumenta proporcionalmente ao valor resgatado e soma-se às demais rendas recebidas (salários, por exemplo), compondo, assim, a base de cálculo do IR.
É a modalidade ideal para quem acredita que não terá outras fontes de rendimento ou que a renda total no futuro ficará na faixa de até 7,5% de IR. A tabela progressiva também é indicada para quem está guardando dinheiro para a faculdade dos filhos, por exemplo. Confira quanto é cobrado de imposto no resgate:

A tabela progressiva é conhecida também como “compensável”, ou seja, nas declarações de ajuste anual, poderá haver a compensação de imposto (a pagar ou a receber), considerando a base de cálculo em que se enquadra o investidor.
Investir em previdência privada não exige grandes aportes mensais. É possível começar com pouco e aumentar gradativamente o valor investido. Quanto antes acontecer a adesão, maior será o montante disponível no futuro. Funciona assim: você investe agora para desfrutar de uma renda a longo prazo.
Além de ser acessível a qualquer perfil de investidor, a previdência privada incentiva a disciplina, uma vez que as contribuições são mensais.
As instituições financeiras cobram algumas taxas dos investidores. Uma delas é a taxa de administração, que é expressa em um percentual ao ano e incide sobre o volume aplicado. A dica é procurar as taxas menores, embora seja natural que os fundos de previdência mais agressivos tenham taxas mais altas, pois exigem gerenciamento especializado da carteira.
Outra cobrança é a taxa de carregamento, que incide sobre cada depósito efetuado. Um carregamento de 1%, por exemplo, significa que a cada R$ 100 investidos, serão aplicados R$ 99. O R$ 1 restante é destinado a cobrir os custos. Ao pesquisar a instituição, procure a que isente a taxa ou ofereça uma taxa de carregamento menor.

Para começar a investir, é preciso ter uma conta em uma instituição financeira que ofereça o serviço. Escolha com atenção a instituição que vai gerir o seu plano de previdência complementar. Consulte o histórico, a reputação, a segurança e os índices de reclamações no Procon.
Na Sicredi União PR/SP, o processo de adesão é simples, rápido e sem burocracia. Em seguida, basta escolher o plano de previdência mais adequado aos seus objetivos. Os consultores estão prontos para te auxiliar. Existe também a possibilidade de contratar coberturas adicionais, como pensão, renda por invalidez e pecúlio.
Se você tem um plano de previdência privada, mas está insatisfeito com os rendimentos, com as taxas ou com a gestão do investimento, é possível fazer a portabilidade e trocar de instituição financeira e isso não custa nada!
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Confira também: previdência privada quanto rende
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